Ele
responde por irregularidades identificadas pelo Ministério Público num
convênio de R$ 491 mil firmado entre o FNDE (Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação), que foi presidido por Paim, com a ONG
Central Nacional Democrática, para alfabetizar jovens e adultos.
Em
2005, a ONG não havia prestado contas dos recursos recebidos num
convênio firmado no ano anterior. Por isso, o Ministério Público
determinou que não fossem repassados novos recursos à entidade.
Apesar
da recomendação, a ONG conseguiu fechar o novo convênio e o Ministério
Público apresentou a ação contra Paim e contra os dirigentes da Central
Nacional Democrática.
De
acordo com a assessoria do Ministério da Educação, uma falha
administrativa fez com que a recomendação do Ministério Público não
chegasse a Paim, por isso os recursos teriam sido liberados.
Em nota, a assessoria diz que uma apuração interna foi feita no FNDE e inocentou Paim de responsabilidade.
A nota
ainda diz que o TCU (Tribunal de Contas da União), ao analisar a
situação, também inocentou Paim. Por fim, alega que o processo só corre
na Justiça até hoje porque os ex-dirigentes da ONG desapareceram, o que
impede a conclusão do caso.
Via:Cidade News Itaú

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